Redator: Emanuel Felipe. Desing: Breno Ribeiro quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Continuação das SUPERDICAS para Falar Bem... (4/4)
Dica 46: “Conquiste a atenção dos ouvintes”Use frases que provoque impacto; lance mão de um fato bem-humorado; conte uma história interessante; levante uma reflexão; mostre os benefícios à platéia.
Dica 47: “Saia da mesmice”
“...não existe platéia desinteressada, mas, sim, palestrante desinteressante.” Portanto, cabe ao palestrante tornar sua apresentação mais interessante, surpreender a platéia, inovar e superar as expectativas das pessoas.
Dica 48: “Esclareça qual é o assunto”
Seja na comunicação escrita ou na oral o assunto a ser tratado deve ser exposto logo no início da apresentação. Isso facilitará a absorção do conhecimento por parte dos ouvintes.
Dica 49: “Para cada solução, um problema”
Depois dos cumprimentos à platéia e de contar a ela qual o assunto que pretende expor, a próxima coisa a ser dita é qual o problema que precisa ser solucionado.
Dica 50: “Conte como tudo aconteceu”
Tendo em vista que nem sempre os ouvintes estão preparados para receber determinada mensagem, o comunicador deve ter o cuidado de ajudá-los a compreender as informações (sobretudo as mais novas, modernas, recentes e atuais).
Dica 51: “Não se apaixone por um argumento”
Um bom argumento não precisará de muitas repetições para que possa ser notado, pois, ao ser citado, todos perceberão sua importância.
Dica 52: “Aproveite melhor seus argumentos”
Quando for necessário apresentar muitos argumentos em uma única apresentação o recomendado seria começar por um bom argumento para chamar atenção e criar expectativa da platéia, em seguida apresentar o mais frágil e prosseguir com os demais, terminando com o melhor de todos.
Dica 53: “Ajude o ouvinte a entender a mensagem”
Após transmitir uma mensagem, cabe ao bom comunicador certificar-se de que os ouvintes conseguiram compreendê-la.
Dica 54: “Use a estratégia certa”
“Uma idéia não tão boa, desde que exposta de forma correta e habilidosa, poderá superar outra de melhor qualidade”.
Dica 55: “Capriche no encerramento”
A conclusão perfeita é aquela encerrada no momento apropriado, quando o comunicador tiver passado todas as informações desejadas, convencido ou persuadido os ouvintes da sua proposta, quando tiver usado o tom de voz adequado e puder permitir que os ouvintes reflitam ou ajam de acordo com a mensagem transmitida.
Dica 56: “As melhores formas para encerrar”
Algumas formas de encerrar uma apresentação que dão resultado: Levantando uma reflexão; Fazendo uma citação; Apelando para a ação; aludindo à ocasião; elogiando honestamente os ouvintes; contando um fato histórico; aproveitando um fato bem-humorado; ou utilizando uma circunstância.
Dica 57: “Fale de improviso”
Falar de improviso significa falar sem se preparar de maneira conveniente para expor o assunto. Pressupõe que o comunicador tenha que falar ao mesmo tempo em que planeja o desenvolvimento da exposição.
Dica 58: “Para ler em público”
Ao ler em público deve-se tomar o cuidado de: olhar para os ouvintes; segurar o papel na altura correta; fazer poucos gestos; e marcar o texto para indicar os momentos das pausas mais expressivas.
Dica 59: “Use recursos de apoio”
Os recursos de apoio (folhas de papel, cartazes, cartões etc) servirão como um roteiro escrito para auxiliar o palestrante na sua apresentação.
Dica 60: “Enfrente melhor o medo de falar”
Algumas dicas para perder o medo de falar: 1) Saber exatamente o que dizer no início da apresentação; 2) Ter sempre um roteiro escrito; 3) Se precisar ler, imprimir o texto em papel grosso, para não transparecer, caso venha a tremer; 4) Não ter pressa de começar; 5) Começar cumprimentando a mesa diretora, caso haja; 6) Minutos antes de falar, não ficar pensando no que irá dizer; 7) Em caso de nervosismo, apoiar as mãos em algum lugar; 8) Treinar com pessoas próximas antes das apresentações; 9) Se der branco, manter a calma; 10) Usar sempre todo o tempo disponível.
Continuação das SUPERDICAS para Falar Bem... (3/4)
Dica 31: “Ponha ritmo na fala”Colocar ritmo na exposição tornará a fala mais dinâmica e atraente. Isso pode ser feito ora falando mais rápido, ora mais devagar; em alguns momentos mais alto e em outros mais baixo.
Dica 32: “Pronuncie bem as palavras”
Falar correta e claramente, além de demonstrar um nível intelectual elevado por parte do comunicador, aumenta a credibilidade do mesmo e da sua mensagem diante dos ouvintes.
Dica 33: “Use bem o microfone no pedestal”
O ideal é posicioná-lo mais ou menos na altura do queixo e falar sempre olhando sobre ele. Quando quiser se movimentar deve-se girar o tronco levemente sem retirar a boca da direção do mesmo. E nunca se inclinar sobre ele para não se mostrar com postura fragilizada.
Dica 34: “Use bem o microfone na mão”
O ideal é segurá-lo na altura do queixo e fazer do braço uma espécie de pedestal, mantendo-o sempre no mesmo lugar. Também deve-se evitar a troca constante do mesmo entre as mãos para não desviar a atenção da platéia.
Dica 35: “Use bem o microfone da lapela”
Neste caso, o microfone deverá ser preso na roupa em um local o mais próximo possível da boca.
Dica 36: “Descubra como é o seu vocabulário”
O problema com o vocabulário, de maneira geral, está na atitude que temos, e não no vocabulário em si. É essa atitude que nos faz emudecer ou gaguejar quando temos de falar diante de pessoas desconhecidas ou de grau de intelecto elevado. Para vencer esse problema uma boa dica é passar a falar nos momentos formais com a mesma naturalidade como se expressa no dia-a dia.
Dica 37: “Dê cartão vermelho às palavras vulgares”
Esse tipo de recurso só contribui para prejudicar a imagem de uma pessoa e comprometer sua credibilidade.
Dica 38: “Tenha cuidado com o vocabulário rebuscado”
Esse recurso, quando usado em excesso, pode prejudicar a comunicação. Deve-se, portanto, analisar o contexto e com quem se fala para, então, decidir como falar.
Dica 39: “Reserve o vocabulário técnico para os iguais”
Os termos técnicos são muito úteis e eficientes quando empregados entre aqueles que desenvolvem funções semelhantes. Quando realmente for preciso usá-los, estes devem ser transmitidos da maneira mais simples e, se preciso for, devem ser traduzidos.
Dica 40: “O estrangeirismo na medida certa”
Quando se faz necessário o uso de estrangeirismo a preferência deve ser dada às expressões que não tenham correspondência perfeita em nosso idioma; e deve-se tomar o cuidado de pronunciar as palavras de forma correta.
Dica 41: “Use a expressão corporal”
Comportamentos como mãos no bolso o tempo todo, braços cruzados ou presos nas costas, coçar a cabeça com freqüência, apoiar-se sobre uma das pernas e movimentar-se muito, devem ser evitados para que a atenção dos ouvintes não seja desviada.
Dica 42: “Olhe para os ouvintes”
A comunicação visual indica que quem está falando valoriza quem o está escutando (e vice-versa). Mas esse olhar não deve ser rápido demais - deve demorar o suficiente para enxergar as pessoas.
Dica 43: “Planeje bem suas apresentações”
Uma apresentação pode ser planejada em quatro etapas essenciais: Introdução (é o momento em que o comunicador buscará conquistar os ouvintes); Preparação (essa é a hora de analisar o conhecimento da platéia); O Assunto Central (nesta etapa se aplica as informações que foram indicadas na Preparação) e a Conclusão (momento em que se recapitula a mensagem e estimula os ouvintes à reflexão).
Dica 44: “Não inicie contando piadas”
O início é o momento mais difícil da apresentação. Por isso a piada é desaconselhável. Se ela tiver de ser contada, o ideal é deixá-la para o meio da fala, quando comunicador e platéia estiverem mais à vontade.
Dica 45: “Não inicie pedindo desculpas”
O pedido de desculpas indica educação por parte de quem as pede. Mas em alguns momentos, quando o problema não chamaria a atenção dos ouvintes se o comunicador não o declarasse, esse pedido indicará despreparo, insegurança, nervosismo. Sendo assim nunca se deve pedir desculpas por estar doente, roço, por não conhecer o assunto ou não saber que iria transmitir aquela mensagem.
(Continua na próxima postagem)
Continuação das SUPERDICAS para Falar Bem... (2/4)
Dica 16: “Considere o nível intelectual dos ouvintes”Conhecer o nível intelectual dos ouvintes é fundamental para saber que tipo de mensagem será passada e como ela o será.
Dica 17: “Avalie o conhecimento dos ouvintes”
Deve-se analisar com antecedência que tipo de informação a platéia tem sobre o tema e adaptar a complexidade da matéria à capacidade de entendimento dos ouvintes.
Dica 18: “Leve em conta a faixa etária dos ouvintes”
Conhecer e saber entender as características das diferentes faixas etárias é fundamental para o sucesso de uma apresentação.
Dica 19: “Faça adaptações diante dos ouvintes”
O bom comunicador deve estar pronto para mudar a maneira de expor a mensagem, considerando o tipo de público que tiver pela frente.
Dica 20: “Com a caneta na mão”
Canetas combinam com apresentações diante de lousas, cartazes, papéis – lugares onde elas possam ser úteis. Se este não for o caso, ela servirá apenas para desviar a atenção dos ouvintes.
Dica 21: “Coma pelas bordas”
Ao tratar de assuntos polêmicos ou controvertidos, a melhor atitude é identificar os pontos comuns a todos e começar utilizando-os. Isso fará com que as pessoas concordem com eles e desarmem suas resistências para, aos poucos, aceitarem pontos diferentes.
Dica 22: “Você acha ou tem certeza?”
Palavras com “acho”, “acredito”, “penso” e outras da mesma família são quase sempre excelentes recursos para evitar o confronto com pessoas de opiniões diferentes das defendidas. Entretanto, o uso do “acho” não seria recomendado em casos que não se pode dar margem ao erro. Nestes, é preciso ter certeza. Só assim a credibilidade será passada.
Dica 23: “Mantenha os ouvintes acordados”
Além de um bom conteúdo, uma palestra de sucesso tem de ter um pouco de show - algo criativo que chame a atenção dos ouvintes e faça com que eles gravem por mais tempo as informações que foram transmitidas.
Dica 24: “Perguntas: antes, durante ou depois?”
Tudo depende do nível de conhecimento e segurança do comunicador sobre o assunto, e do tamanho e intelecto da platéia. Quando tiver domínio do mesmo as perguntas podem ser feitas desde o início. Se o conhecimento for limitado é recomendado que as mesmas sejam feitas apenas no final. Quanto à platéia, quanto maior for e menos instruída, mais pro final as perguntas devem ficar – para não correr o risco de estourar o tempo ou serem levantadas questões impróprias e inconvenientes que poderão comprometer o interesse dos demais ouvintes.
Dica 25: “Quando usar recursos audiovisuais”
Antes de tudo os visuais devem ser usados quando souber manuseá-los. Depois é importante usá-los quando se deseja destacar informações, facilitar o acompanhamento do raciocínio e possibilitar a lembrança do assunto por mais tempo.
Dica 26: “Dez regras básicas para produzir um bom visual”
1ª) Título claro, simples e legível; 2ª) Legendas identificadoras; 3ª) Letras legíveis; 4ª) No máximo três tipos diferentes de letras por visual; 5ª) Frases curtas; 6ª) Poucas linhas; 7ª) Quatro cores por visual; 8ª) Uma idéia por visual; 9ª)Uma ilustração por visual; 10ª) Use apenas o que facilitar a compreensão da mensagem.
Dica 27: “Use a roupa certa”
A roupa deve ser adequada à atividade profissional, à época, à formalidade, ao hábito e ao estilo.
Dica 28: “O volume de voz ideal”
O melhor é fazer uma avaliação do ambiente para saber qual volume da voz mais apropriado a ser utilizado. Assim os ouvintes não se irritarão com o som estridente nem com o a falta de volume.
Dica 29: “Continue falando depressa”
Para os comunicadores que falam depressa alguns cuidados têm de ser tomados para não prejudicar a comunicação: falar com dicção; fazer pausa no final do raciocínio para que as pessoas reflitam; e repetir informações importantes usando palavras diferentes para dar mais chance delas entenderem a mensagem.
Dica 30: “Continue falando devagar”
SUPERDICAS PARA FALAR BEM (1/4)
O livro “SUPERDICAS PARA FALAR BEM” foi escrito por um dos mais destacados especialistas na arte de falar bem: Reinaldo Polito. Ele me foi indicado por um professor do segundo período da graduação de Administração.Neste livro Polito apresenta, de maneira objetiva e através de uma linguagem clara e simples, sessenta super dicas para se dar bem em apresentações, situações formais ou mesmo em conversas do dia-a-dia.
Tendo em vista que a comunicação está presente em todas as áreas da nossa vida e acaba se destacando quem melhor faz uso da mesma, decidi postar aqui uma síntese das superdicas apresentadas no livro! Vale a pena ler de novo!
Dica 1: “Aprenda a conversar”
Saber fazer as perguntas certas, na hora exata é um importante passo para se ter sucesso na comunicação;
Dica 2: “Seja bem humorado”
Ser bem humorado significa aproveitar bem as informações da própria circunstância para torná-las engraçadas - sem bancar o palhaço. Quem age assim torna-se agradável e querido.
Dica 3: “Demonstre que está brincando”
Ao se fazer brincadeiras é imprescindível deixar sempre claro que se está brincando, para evitar confusão.
Dica 4: “Não se leve muito a sério”
Isso significa revelar com bom humor e irreverência fatos ou características pessoais que, por vaidade ou medo da crítica, normalmente as pessoas escondem.
Dica 5: “Saiba contar histórias”
Este é um recurso fantástico da comunicação, porém, as mesmas devem ser curtas e pronunciadas de vez em quando para não cansar os ouvintes. Também deve-se selecionar aquelas mais recentes e/ou desconhecidas, ou então, no uso das mais surradas, revesti-las com uma nova roupagem.
Dica 6: “Acabe com o ‘né?’”
Usar o “né?”, ou seus agregados (“tá?”, “ok?”, “entende?”, “percebe?”) com freqüência, em quase todo final de frase, demonstra insegurança e pode irritar as pessoas e desviar a atenção delas das suas palavras.
Dica 7: “Acabe com o ‘ããããã’”
Pelo fato de o pensamento trabalhar bem mais rápido que a capacidade de pronunciar as palavras, o comunicador pode ser levado a querer preencher todas as pausas com algum tipo de som. No entanto, pensar em silêncio é uma atitude positiva e muito necessária à qualidade da comunicação.
Dica 8: “Deu branco”
Antes de tudo, deve-se manter a calma. Depois tentar relembrar da informação repetindo a última frase pronunciada. Também pode-se usar o recurso do: “na verdade o que eu quero dizer é...”, e a partir daí explicar a informação por outro ângulo. Se nenhum desses recursos surtir efeito, o ideal e dizer que mais à frente voltará a tratar daquele assunto.
Dica 9: “Não arme barraco”
Se, de fato, valer mesmo a pena entrar numa discussão, conversar sábia e educadamente é, sem dúvida, a decisão mais acertada e que trará maiores benefícios.
Dica 10: “Seja gentil”
A gentileza é uma atitude muito eficiente pra conquistar a simpatia e a estima das pessoas. E ela pode ser notada no tom da voz, nas palavras, nos princípios e na ética. Mas ao confunda “gentileza” com “gente lesa”.
Dica 11: “Faça do ‘nós’ uma expressão mágica”
Usar o “nós” quando se ensina, aconselha ou sugere afasta resistências desnecessárias e insere o comunicador no mesmo ambiente que seus ouvintes.
Dica 12: “Seja você mesmo”
Agir com naturalidade, preservar o estilo e respeitar as características próprias trará sucesso na comunicação.
Dica 13: “Fale com envolvimento”
A energia, a disposição, o entusiasmo a emoção e o envolvimento pelo assunto abordado têm de estar presentes na transmissão de uma mensagem a fim de contagiar os ouvintes e os deixar motivados para escutar toda a informação.
Dica 14: “Demonstre conhecimento”
Não basta apenas conhecer o tema de que se está tratando, é preciso demonstrar às pessoas que o conhece, que ele faz parte do cotidiano. Ao se preparar para uma apresentação deve-se ter em mente que se deverá saber muito mais do que irá ser falado.
Dica 15: “Seja coerente”
O conceito de coerência está fundamentado na consistência do comportamento, ou seja, no falar e no agir de acordo com a pregação que fazemos.
(Continua na próxima postagem)
domingo, 8 de fevereiro de 2009
Planejamento: A arte de preparar-se antecipadamente.
A palavra planejamento, como todos devem saber, vem do verbo planejar, que por sua vez significa projetar, traçar, elaborar um plano. Trocando em miúdos, planejar seria escrever num papel, digitar num computador ou organizar na mente o que se deseja alcançar num dado período de tempo e que esforços desenvolver para consegui-lo.Cientificamente falando, planejar é o processo pelo qual se determina como chegar onde se deseja, e o que fazer para executar seus objetivos.
Essa prática simples e dinâmica faz toda diferença quando se busca a qualidade; no entanto, muitas vezes passa despercebida pela maioria das pessoas.
Nos últimos anos de minha vida eu tenho feito uso dessa arte e confesso: ela tem sido fundamental para o alcance dos meus objetivos e a organização dos meus compromissos; por isso, sempre que posso, aconselho a prática da mesma a todos os meus amigos. Desta forma, decidi postar aqui o resumo de uma mini palestra que ministrei sobre esse tema no final do ano passado.
Como fazer um planejamento?
Existem quatro palavras mágicas que nos ajudarão a desenvolver um planejamento eficiente. São elas: O quê? Para Quando? Como? Quanto?
O quê?
Ao responder a essa pergunta você descobrirá qual é o objetivo a ser alcançado. O que, de fato, você deseja conseguir.
Quando?
Aqui, descobre-se para quando, especificamente, deseja-se obter a meta estabelecida. Desta forma você saberá quanto tempo tem para persistir no alcance da mesma.
Como?
Essa pergunta é essencial para descobrir que meios devem ser desenvolvidos para alcançar o objetivo. Que atitudes tomar? Como fazer?
Quanto?
Esse objetivo requer algum investimento financeiro? Quanto (em dinheiro) será necessário para alcançá-lo?
Além disso, não podemos perder de vista que os nossos planos estarão sempre divididos em curto, médio e longo prazo. Tais definições variarão muito dependendo do período do Planejamento. Por exemplo, para um Planejamento anual:
Curto Prazo (ou Tático): seria o período até um mês;
Médio Prazo (ou Operacional): até seis meses;
Longo (ou Estratégico): até doze meses.
Além do fator tempo, nossos objetivos também poderão ser divididos em áreas:
Profissional, ligada às atividades pertinentes ao seu trabalho;
Acadêmica, relativas aos estudos, cursos etc;
Sentimental/Emocional, referem-se à vida familiar, ao namoro, noivado, casamento;
Espiritual, relacionada à qualidade da comunhão com Deus e aos compromissos assumidos com Ele;
Financeira, diretamente envolvida com valores monetários e bens tangíveis.
Como vimos, planejar, além de ser uma atitude simples traz benefícios positivos e duradouros para aqueles que decidem praticá-la.
Portanto, mãos à obra! Planeje-se e persista em colocar em prática as metas e os objetivos estabelecidos.
Sucesso!
O Tempo Certo das Coisas
Vivemos a “era do instantâneo”. É tudo para agora, para ontem, urgente, rápido.Ficamos irritados quando o computador demora mais do que alguns segundos para processar um comando. Balbuciamos uma frase rápida em agradecimento a Deus antes de engolir nossa comida, tantas vezes comprada pronta, congelada e aquecida no microondas em minutos. Um celular que hoje é bom, amanhã já se torna obsoleto, e o consumo de coisas atuais, modernas, top de linha, do ano da estação, acaba se tornando um escravidão. Dormimos tarde e acordamos cedo para adquirir nossos sonhos de consumo. Passamos dia após dia correndo atrás do vento, amontoando riquezas como se pertencêssemos a este mundo. O tempo dedicado para Deus se resume em cumprir um ritual semanal por algumas míseras horas no final de semana. Recentemente, quando fui a um velório, pude constatar um triste fato além da perda de um ente querido: muitas pessoas estavam reunidas naquele lugar, de todas as idades. E é interessante que, para uma ocasião como aquela, elas (e eu) encontram tempo!!! Largamos nossos afazeres, tiramos os olhos do nosso próprio umbigo, enfim, vamos nos despedir. Seria, sem dúvida, muito melhor se todos ali pudessem fazer aquele sacrifício pela pessoa viva. Mas nós não sabemos valorizar o tempo que nos é dado. A palavra de Deus nos ensina em Eclesiastes 3 que “tudo neste mundo tem o seu tempo; cada coisa tem a sua ocasião.” Peça a Deus que lhe ajude a organizar sua agenda e sua vida de modo que as 24 horas de cada sejam vividas de acordo com a vontade dEle. Viva com qualidade e novidade de vida, dando prioridade ao que é prioridade, pensando sempre nas coisas do alto e não desta terra. (Cl 3:2)
LAL.
Currículo: Seu passaporte profissional

Quando tinha 18 anos de idade, tive a grande oportunidade de estagiar numa empresa referência no setor gráfico em todo o Norte/Nordeste: a Gráfica Santa Marta. Lá, dentre muitas atividades, eu auxiliava a Analista de Recursos Humanos (na época Adriana Farias) a selecionar pessoas para serem entrevistadas.
A tarefa consistia, basicamente, em analisar os perfis dos candidatos através dos seus currículos. Essa experiência me permitiu aprender muitas coisas a respeito da preparação de um currículo.
E aqui irei compartilhar um pouco do que aprendi.
Antes de tudo, devemos saber que um bom currículo não se faz da noite para o dia. Ele é conseqüência de toda uma vida profissional. As dicas apresentadas a seguir são fundamentais; mas elas de nada servirão se o conteúdo (fator primordial) não estiver à altura do currículo e, mais importante, das expectativas da empresa.
Portanto, essa é a hora de começar a construir seu currículo: iniciando pela sua carreira!
Dicas valiosas:
Objetividade: Seu currículo deve ser proporcional às suas experiências. Porém, muito cuidado para não se estender demais. As pessoas que os analisam, geralmente, são muito ocupadas.
Fidelidade: Coloque no seu currículo apenas as informações verdadeiras. Não minta, nem omita. Mais cedo ou mais tarde a verdade virá à tona e se voltará contra você.
Organização: Tente distribuir as informações do seu currículo de forma ordenada. Use tópicos, espaçamentos, negrito etc.
Beleza: Por mais que o conteúdo seja o mais importante, a aparência também conta muito. Sendo assim, não amasse, rasure, dobre, nem suje seu “passaporte”.
Perfeição: Revise quantas vezes for possível para certificar-se de que não existe nenhum erro.
Detalhes que não podem faltar:
Nome completo, endereço residencial e eletrônico, telefones para contato (com DDD), idade e data de nascimento. As outras coisas você já sabe: OBJETIVO, FORMAÇÃO ACADÊMICA, EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL, CURSOS DESENVOLVIDOS, sempre ordenados do mais recente para o mais antigo.
Cuidado!
Informações como números de documentos não são necessárias num primeiro contato (currículo), e devem ser fornecidas apenas quando se sabe que a empresa é confiável.
Principais dúvidas:
Foto!
Sim ou não? Colada ou escaneada?
A foto ajuda o selecionador a associar você às suas experiências. Se tiver uma boa foto em mãos, não vejo porque não colocá-la. Fazendo-o, opte pelo escaneamento – é mais seguro.
Currículum Vitae ou currículo?
Não se usa mais o termo “Curriculum Vitae” no cabeçalho da folha. Você pode usar apenas “Currículo”, ou, se preferir, seu nome completo, em fonte maior, seguido de seus dados pessoais.
Cor, tamanho e estilo da fonte!
Preze pelo modesto. Nada de cores extravagantes e claras demais – o preto é o ideal. Quanto à fonte pode ser a padrão – Times New Roaman – ou outra não muito rebuscada. Um tamanho bom para o corpo do texto é o 12.
Referências pessoais!
Se optar por colocar o nome de alguém como referência pessoal certifique-se de que essa pessoa realmente o conhece e falará bem de você. E procure indicar profissionais de empresas e/ou instituições pelas quais você já passou. Caso opte por indicar uma pessoa que já trabalha na empresa para qual o currículo será enviado, certifique-se de que essa pessoa é bem vista lá dentro, caso não seja, é melhor nem citar o nome dela.
Formação acadêmica ou grau de escolaridade?
Formação Acadêmica fica para as pessoas que têm curso superior ou estão cursando-o. Grau de escolaridade fica para os que têm, no máximo, o ensino médio.
Solteiro(a) ou divorciado(a)?
Se você já foi casado(a) e divorciou-se NÃO diga que é solteiro. No estado civil informe “divorciado”.
Assino ou não?
É opcional.
Como vimos, preparar um currículo, não é nada difícil de se fazer. Basta apenas atenção e organização. Sendo assim, seja no envio manual ou pela Internet todo o cuidado é pouco. Capriche na forma, invista no conteúdo e SUCESSO!
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
SEJA!

Seja um arbusto no vale.
Mas seja o melhor arbusto à margem do regato.
Seja um ramo, se não puder ser uma árvore.
Se não puder ser um ramo, seja um pouco de relva.
E dê alegria a algum caminho.
Se vc não puder ser almíscar, seja então apenas uma tília.
Mas a tília mais viva do lago!
Não podemos ser todos capitães, temos de ser tripulação.
Há alguma coisa para todos nós aqui.
Há grandes obras e outras menores a realizar,
E é a próxima tarefa que devemos empreender.
Se vc não puder ser uma estrada, seja uma senda.
Se não puder ser o sol, seja uma estrela.
Não é pelo tamanho que terá exito ou fracasso.
Mas seja o melhor do que quer que vc seja!
(Douglas Malloch)
Enviado por Janaína Garcia, em 4 de fevereiro de 2009, às 15:53:32
domingo, 1 de fevereiro de 2009
De cara nova, de nome novo... $uperh@ção!
Superação, mais que o nome de um Blog, é a capacidade de vencer, ultrapassar, levar vantagem. E é exatamente isso que esse Blog propõe. As dicas, mensagens, frases, entrevistas etc aqui postadas têm o único objetivo de fazer com que você, leitor, supere seus obstáculos e entre em ação.
Seu nome, meio que codificado, faz alusão aos quatro ramos da Administração, sendo que o:
$ faz alusão à FINANÇAS
rh aos RECURSOS HUMANOS
@ à TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO
! à PUBLICIDADE E PROPAGANDA.
Desta forma, espere encontrar por aqui os mais diversos temas que envolvam essas quatro áreas.
Mas também espere encontrar mensagens cristãs e de amor!
Cristãs porque não dá pra deixar Deus fora de nada (é Ele o autor da minha sabedoria).
E de amor porque ninguém (inclusive eu) é só profissional!
Supere...
Felipe de Souza.
