quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Continuação das SUPERDICAS para Falar Bem... (2/4)

Dica 16: “Considere o nível intelectual dos ouvintes”
Conhecer o nível intelectual dos ouvintes é fundamental para saber que tipo de mensagem será passada e como ela o será.

Dica 17: “Avalie o conhecimento dos ouvintes”
Deve-se analisar com antecedência que tipo de informação a platéia tem sobre o tema e adaptar a complexidade da matéria à capacidade de entendimento dos ouvintes.

Dica 18: “Leve em conta a faixa etária dos ouvintes”
Conhecer e saber entender as características das diferentes faixas etárias é fundamental para o sucesso de uma apresentação.

Dica 19: “Faça adaptações diante dos ouvintes”
O bom comunicador deve estar pronto para mudar a maneira de expor a mensagem, considerando o tipo de público que tiver pela frente.

Dica 20: “Com a caneta na mão”
Canetas combinam com apresentações diante de lousas, cartazes, papéis – lugares onde elas possam ser úteis. Se este não for o caso, ela servirá apenas para desviar a atenção dos ouvintes.

Dica 21: “Coma pelas bordas”
Ao tratar de assuntos polêmicos ou controvertidos, a melhor atitude é identificar os pontos comuns a todos e começar utilizando-os. Isso fará com que as pessoas concordem com eles e desarmem suas resistências para, aos poucos, aceitarem pontos diferentes.

Dica 22: “Você acha ou tem certeza?”
Palavras com “acho”, “acredito”, “penso” e outras da mesma família são quase sempre excelentes recursos para evitar o confronto com pessoas de opiniões diferentes das defendidas. Entretanto, o uso do “acho” não seria recomendado em casos que não se pode dar margem ao erro. Nestes, é preciso ter certeza. Só assim a credibilidade será passada.

Dica 23: “Mantenha os ouvintes acordados”
Além de um bom conteúdo, uma palestra de sucesso tem de ter um pouco de show - algo criativo que chame a atenção dos ouvintes e faça com que eles gravem por mais tempo as informações que foram transmitidas.

Dica 24: “Perguntas: antes, durante ou depois?”
Tudo depende do nível de conhecimento e segurança do comunicador sobre o assunto, e do tamanho e intelecto da platéia. Quando tiver domínio do mesmo as perguntas podem ser feitas desde o início. Se o conhecimento for limitado é recomendado que as mesmas sejam feitas apenas no final. Quanto à platéia, quanto maior for e menos instruída, mais pro final as perguntas devem ficar – para não correr o risco de estourar o tempo ou serem levantadas questões impróprias e inconvenientes que poderão comprometer o interesse dos demais ouvintes.

Dica 25: “Quando usar recursos audiovisuais”
Antes de tudo os visuais devem ser usados quando souber manuseá-los. Depois é importante usá-los quando se deseja destacar informações, facilitar o acompanhamento do raciocínio e possibilitar a lembrança do assunto por mais tempo.

Dica 26: “Dez regras básicas para produzir um bom visual”
1ª) Título claro, simples e legível; 2ª) Legendas identificadoras; 3ª) Letras legíveis; 4ª) No máximo três tipos diferentes de letras por visual; 5ª) Frases curtas; 6ª) Poucas linhas; 7ª) Quatro cores por visual; 8ª) Uma idéia por visual; 9ª)Uma ilustração por visual; 10ª) Use apenas o que facilitar a compreensão da mensagem.

Dica 27: “Use a roupa certa”
A roupa deve ser adequada à atividade profissional, à época, à formalidade, ao hábito e ao estilo.

Dica 28: “O volume de voz ideal”
O melhor é fazer uma avaliação do ambiente para saber qual volume da voz mais apropriado a ser utilizado. Assim os ouvintes não se irritarão com o som estridente nem com o a falta de volume.

Dica 29: “Continue falando depressa”
Para os comunicadores que falam depressa alguns cuidados têm de ser tomados para não prejudicar a comunicação: falar com dicção; fazer pausa no final do raciocínio para que as pessoas reflitam; e repetir informações importantes usando palavras diferentes para dar mais chance delas entenderem a mensagem.

Dica 30: “Continue falando devagar”

Para os comunicadores que falam devagar alguns cuidados também têm ter de ser tomados: Continuar olhando para os ouvintes durante os instantes de pausa; voltar a falar com mais ênfase após as pausas para não passar a impressão de que deu um branco; fazer pausas apropriadas; eliminar o “ããããã” nas pausas.


(Continua na próxima postagem)

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