sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

O processo de transformação pessoal


O processo de transformação pessoal

Mudar!
Essa palavra de apenas cinco letras ganha uma dimensão enorme quando se trata de colocá-la em prática. Principalmente quando se deseja mudar para melhor.
Abandonar um velho hábito ou adquirir um novo; mudar de trabalho, de escola ou até de namorado (a); entrar numa Academia; praticar um esporte; estudar para um Concurso. Todas essas situações são exemplos de atividades que exigem muita determinação e força de vontade. Mas, se seguidas com afinco, elas trarão êxito ao final.

Existe uma frase que diz “Ou você está verde e crescendo ou maduro e apodrecendo”.
E é mesmo verdade! Aquele que se entrega ao ócio e acomoda-se com o que cabe em suas mãos, logo, logo ficará de mãos vazias.
O sucesso, em todas as áreas da vida (especialmente na profissional) exige uma constante mudança e uma capacidade de adaptar-se ao novo. Mudar nunca é demais quando se muda para melhor.

Portanto, baseado nos estudos de James C. Hunter sobre “O processo de transformação pessoal”, tratarei aqui sobre os passos que devem ser seguidos por todos os que almejam mudar! Tendo em vista que “só se progride quando há mudança”.


Segundo Hunter, o processo de transformação pessoal divide-se em quatro estágios: sofrimento, percepção, vontade e mudança.

1. Sofrimento: “Desejada ou não, a dor é uma poderosa motivação para a mudança”. Nesse primeiro estágio, a pessoa sofre por encontrar-se numa situação indesejada. É como se ela soubesse que algo está errado, mas não conseguisse identificar o quê e nem tivesse forças para mudar.

2. Percepção: Agora o indivíduo já identificou o que havia de errado com ele. Dentro de si desperta-se uma convicção de que a mudança - por mais difícil que seja - é possível, além da disposição para mudar e crescer.

3. Vontade: Ciente do que tanto lhe incomoda, o sujeito, nesta etapa do processo, decide mudar e procura meios de fazê-lo. Agora, não apenas a intenção lhe impulsiona, mas também a ação.

4. Mudança: Por fim, adquire-se a mudança, propriamente dita. É a fase em que a pessoa colherá os frutos plantados.

Muito interessante notar também é que os nossos hábitos passam por quatro estágios antes de serem incorporados a nosso comportamento. São eles:

Estágio 1: Inconsciente e sem habilidade.
Nesta fase, estamos inconscientes ou desinteressados em determinado comportamento e, por isso, não possuímos tal habilidade.

Ex.: Não sabemos da importância de se aprender uma nova língua, portanto, não a estudamos.

Estágio 2: Consciente e sem habilidade.
É o momento em que nos tornamos conscientes de um novo comportamento, mas ainda não desenvolvemos as habilidades e hábitos necessários para um bom desempenho.

Ex.: Sabemos quão importante é aprender um novo idioma, mas não procuramos um curso.

Estágio 3: Consciente e com habilidade.
Nesta fase, adquirimos mais e mais habilidade e nos sentimos confortáveis com o novo comportamento, que passa a ser uma habilidade e um hábito.

Ex.: Ciente da importância de se falar outro idioma, começamos a estudar com afinco.

Estágio 4: Inconsciente e com habilidade.
O estágio final é quando não precisamos mais ‘pensar’ a respeito, porque o comportamento se tornou uma “segunda natureza”.


Ex.: Aqui já falamos outro idioma fluentemente.
Como vimos, o processo de transformação pessoal não é fácil, mas também não é impossível. Se seguido com muita perseverança, qualquer um pode alcançar a mudança desejada.

Gostaria de encerrar com um célebre comentário de Hunter. Ele diz:

“A mudança duradoura ocorre aos poucos. Quando você melhora um pouco a cada dia, coisas grandes começam a ocorrer. Não procure por melhoras rápidas e grandiosas, busque a pequena melhoria, um dia de cada vez. É o único modo para que aconteça – e, quando acontece, dura”. (Hunter, 2006 em Como se tornar um líder servidor).

Desejo a você, caro leitor, um processo de mudanças positivas diárias, acompanhado de progressos contínuos em todas as áreas de sua vida.

Sucesso!
Fique com Deus.

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