quinta-feira, 4 de dezembro de 2008


Um pouco sobre os mestres...


Esta parte do Blog destina-se a avaliar cada um dos professores com os quais tive a oportunidade de estudar na UFPB no curso de Administração.

# Primeiro Período (2008.1)

Disciplina: Tópicos Especiais em Administração I
Professor: Alisson André


No começo eu o achava muito mecânico. Uma daquelas pessoas certinhas demais, organizadas demais, tudo muito perfeito. É como se ele interpretasse o tempo todo. Mas, com o tempo, pude perceber que Alisson realmente é organizado, disciplinado e certinho nos seus compromissos, no entanto ele é uma pessoa normal (Rsrs) - ainda que reservado - um daqueles professores que não costumam fornecer o número do celular para os alunos. Todavia Alisson se mostrou muito compreensivo e flexível. Um professor que busca ajudar o aluno e contribuir para o seu progresso, fazendo o que estiver ao seu alcance.
Quanto à metodologia de ensino... fica meio difícil de falar porque, como disse, a disciplina foi q
uase completamente prática. Então não tínhamos muito contato com ele. Mas até onde vi, ele demonstrou ter domínio na área e da sala. Nota 9!

Disciplina: Fundamentos da Administração
Professor: Maria Camerina


A primeira vista achei suas aulas um tanto cansativas (afinal de contas trata-se de uma disciplina puramente teórica). Mas, por interessr-me pelo conteúdo, e por ela ter tornado as aulas dinâmicas, acabei gostando. Lembro-me de na primeira aula não “ter ido com a sua cara” porque ela dirigiu-se ao meio da sala e deu aula, praticamente, para os alunos do “fundão”, quase que ignorando os CDF’s que sentam na frente, a exemplo de mim (rsrs)! Sem dúvida um de seus pontos positivos é a sua visão crítica das Teorias Administrativas. Ela sempre abria nossos olhos pro que relmente existia e o que eram "contos de fadas".
Felizmente tive a oportunidade de conhecer a professora Maria Camerina mais de perto e quase fui seu monitor (se não a tivessem mudado de disciplina o teria sido). Percebi que ela é uma pessoa aberta, que gosta de ajudar os alunos – daquelas que fornece o número do celular e o residencial pros mesmos. Muito organizada e correta. Também muito flexível. Se falasse um pouco mais alto seria nota 9. Sendo assim, vou atribuir a ela a minha média final na sua disciplina: 8,8!

Disciplina: Português Instrumental
Professor: Lucia


Por mais que a turma quase toda tenha ficado revoltado com a sua forma de avaliação e com o seu método descontraído de ensino, eu a amei!
Desde o primeiro dia de aula a professora Lucia se mostrou muito simpática, engraçada, espalhafatosa; uma típica jovem senhora. Elegante e bonita também.
Nas suas aulas o clima era sempre muito descontraído, com histórias de sua vida pessoal e profissional, experiências de turmas passadas etc, afinal de contas, 28 anos de sala de aula não é para qualquer um (ela estava prestes a se aposentar). Mas se na hora da aula o clima era de descontração, tudo mudava na hora de avaliar os alunos. Ela incorporava outra personalidade e agia com bastante rigidez – nem parecia a mesma professora boazinha. Mas achei isso super legal! Ainda mais quando soube que havia ficado com a segunda maior média da turma: 9,0. Por tanto, nota 9,0 pra ela também.

Disciplina: Economia de Empresas
Professor: Ana Cristina


Ana Cristina era nossa professora substituta - ela ainda estava fazendo mestrado. Sempre a achei muito esforçada – típico de professor em início de carreira. Como ela estava iniciando, eu sentia um pouco de insegurança de sua parte quando ministrava alguns conteúdos mais complexos. Mas acredito que ela tenha crescido ao longo do período letivo. Ao final, pude ver uma professora mais bem preparada e desenvolta!
Ela sempre foi muito organizada, pontual e responsável. Suas faltas eram justificadas, seus horários cumpridos e seu cronograma seguido minuciosamente (assim também deveria ser conosco). Não tolerava filas, trabalhos depois da data, faltas sem justificativa. Fora que seus trabalhos eram enormes e sempre valiam de 0,5 a 1,0 ponto! Mas, somando-se tudo e dividindo-se por 3... nota 8 pra ela!

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008


Tortura e Morte!


A Dra. Keith Maxwell, médica traumatologista, examinou as evidências da crucifixão do ponto de vista médico. A agonia de Cristo começou muito antes de os soldados pregarem cravos por entre os ossos de Seu punho. Seu típico padrão diário era levantar-Se cedo e orar. Provavelmente, na quinta-feira pela manhã, Cristo Se havia levantado cedo a fim de orar por forças para o que Ele experimentaria nas 36 horas seguintes.


Enquanto Cristo estava no Jardim do Getsêmani, Seu corpo começou a experimentar um raro fenômeno chamado hematidrose. Isso ocorre quando os pequenos capilares da pele se rompem e o sangue alcança as glândulas sudoríparas. O suor, então, fica misturado com sangue e a pessoa literalmente sua sangue. Cristo não sangrou até a morte durante esse processo porque o ar frio da noite ajudou a coagular Seu sangue. Contudo, as evidências do sangue teriam estado em Sua pele.


A Dra. Maxwell também examinou o método histórico de flagelação. A vítima de flagelação era despida e suas mãos eram atadas acima da cabeça. À medida que o açoite atingia as costas, feria os braços, descendo pelos ombros, pelas costas, pelas nádegas nuas, pela parte de trás das coxas e das panturrilhas, chegando até os calcanhares. O flagelamento consistia comumente de 39 açoites com um chicote que tinha nove tiras de couro com um pedaço de chumbo e osso presos à extremidade de cada uma. O osso cortava a pele e penetrava no músculo ao ser arremessado ao longo das costas da vítima. A Dra. Maxwell estima que Jesus teria precisado de cerca de dois mil pontos cirúrgicos para fechar os ferimentos feitos durante o açoitamento.


Na hora em que Jesus estava a caminho do Gólgota, provavelmente estivesse em estado de choque. Na cruz, foi forçado a colocar as costas retalhadas de encontro à trave cheia de lascas. Para Se manter respirando, Ele tinha de roçar as costas contra aquela trave num movimento para cima, a fim de estar em posição de inalar o ar. Cada movimento como esse trazia mais agonia. A desidratação, os insetos e o calor da parte mais quente do dia tornavam Sua condição ainda mais miserável.


A tortura física foi maior do que pode ser descrito nesta pequeno espaço. Contudo, ao pensarmos sobre a agonia física que Jesus suportou, a expiação deve se tornar ainda mais preciosa para nós.
Fonte: Casa Net

terça-feira, 2 de dezembro de 2008




O símbolo de Administração!



Os Administradores já se acostumaram a ver o emblema da profissão em todas as publicações da categoria, em todos os eventos ou em quaisquer outras atividades que envolvam a profissão.


Tudo começou com uma sugestão do CRA-SP, para que fosse criado e adotado um símbolo que representasse a atividade profissional do Administrador. A idéia foi encampada pelo Conselho Federal que, em seguida, instituiu um concurso nacional para a escolha da solução que melhor se adaptasse aos objetivos propostos. Mais de trezentos trabalhos foram apresentados, e no dia 9 de maio de 1980, na sede do CFA, em Brasília, reuniu-se o júri que iria escolher os três primeiros colocados do concurso.


O julgamento esteve a cargo do arquiteto Alexandre Wollner, do desenhista Zélio Alves Pinto, do empresário José Mindlin; do presidente do CRA-SP, Roberto Carvalho Cardoso; do então presidente do CRA-RJ, Antônio José do Pinho; do especialista em heráldica, Professor Rui Vieira da Cunha; e do Conselheiro Federal Arlindo Braga Senna.


Os jurados foram unânimes em classificar entre ótimo e bom o nível dos trabalhos apresentados. O vencedor – que é o símbolo que todos já conhecem – foi idealizado pelos publicitários Marcos Jair Pinto, Heloísa Hannemann de Campos e Cacilda da Silva Machado, da agência paranaense " Oficina de Criação ".


A justificativa dos autores da proposta vencedora pressupõe o quadrado como " ponto de partida ".


E continua: "Uma forma básica, pura, onde o processo de tensão de linhas é recíproco. Sendo assim, os limites verticais/horizontais entraram em processo recíproco de tensão. Uma justificativa para a profissão, que possui também certos limites em seus objetivos: organizar/dispor/funcionar/reunir/centralizar/orientar/direcionar/coordenar/arbitrar/planejar encaminhar os diferentes aspectos de uma questão para um objetivo comum.


O quadrado é regularidade, possui sentido estático quando apoiado em seu lado, e sentido dinâmico quando apoiado em seu vértice.


As flechas indicam um caminho, uma meta. A partir de uma premissa, de um princípio de ação (o centro). Considerando o ser humano um elemento pluralista, para atingir estes objetivos, através dos caminhos projetados as flechas centrais se dirigem para um objetivo comum, baseado na regularidade para atingir o mundo das idéias / para obter o supra sumo, chegando a uma meta comum, através de uma exposição prévia de fundamentos, partindo das razões de um parecer. (movimentação interna das flechas).


A forma aparece como intermediário entre o espírito e a matéria.

Para Goethe o que está dentro (idéia), está também fora (forma).


Evolução Gráfica: partimos de um quadrado inscrito num outro quadrado. O quadrado inscrito é destacado do centro, isto é, é vazado, os vértices verticais tentam encontrar o centro através de dobramento.





Fonte: Conselho Regional de Administração de São Paulo
http://www.crasp.com.br/index2.asp?secao=70

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Um pouco de [muita] influência!

Essa parte do blog se destina a falar de grandes pessoas. Talvez até desconhecidas da mídia e da maioria, no entanto, pessoas muito importantes para mim, que me ensinaram lições preciosícimas e que, direta ou indiretamente, tiveram grande influência na minha vida.
Algumas delas, graças a Deus, permanecem comigo até hoje, outras passaram deixando marcas inesquecíveis. Mas a todas elas meu muito obrigado! Vocês me fizeram crescer.


Minha mãe.

A mulher da minha vida, razão do meu existir, minha eterna companheira, minha amiga de todas as horas, minha motivação para continuar vivendo! Julita dos Santos Souza é a guerreira sertaneja que criou a mim, e a mais duas irmãs, sozinha desde os meus 3 anos de idade, trabalhando duro.
Sempre me deu tudo o que eu necessitava para viver e ser feliz. Deixou de comer para que eu o fizesse, abandonou os estudos para que seus filhos se formassem, trabalhou árduo para que nós tivéssemos como viver. Ela abiu mão de sua felicidade para ver seus filhos felizes! Não há como não amar uma mulher dessas.
Simpática, extrovertida e animada, minha mãe conquista amigos e admiradores por onde passa. Ama ajudar os outros e está sempre de portas e coração abertos para receber parentes e amigos em sua casa.
À minha querida mãe todo o meu amor e toda a minha gratidão! Amo-a mais que tudo nessa vida!


José Carlos, meu professor de Artes Gráficas do SENAI nos anos de 2003 e 2004.

Professor Zé Carlos representou pra mim, nesses 18 meses de SENAI, a figura de um pai que eu nunca tive. Ele me fez amadurecer pro mercado de trabalho e ver a vida de uma maneira mais responsável. Talvez, ao entrar no SENAI, com meus 15 anos, eu ainda fosse um adolescente mimado e imaturo, mas ao conviver diariamente com Zé Carlos, eu pude crescer e amadurecer pra vida.
Foi ele quem me encaminhou pra várias entrevistas de emprego. Tentou de diversas formas me inserir no mercado de trabalho como gráfico – mas parece que esse realmente não era meu destino.
Mas se o aprendizado gráfico não me foi muito útil, profissionalmente falando, as histórias que ele contava todos os dias antes de começar as aulas, seguidas de lições de vida; seus puxões de orelha; seus conselhos; suas broncas; seus elogios e a sua ajuda ficarão gravados na minha mente por toda a minha vida.
Ao professor Zé Carlos a minha imensa gratidão!!!


Adriana Farias, na época, RH da Gráfica Santa Marta.


Que pessoa! Adriana Farias foi a Analista de Recursos Humanos que, por cerca de cinco vezes, me entrevistou na Gráfica Santa Marta. Graças a Deus ela não me contratou em nenhuma das quatro vezes que concorri a vaga de gráfico! E, felizmente, exatamente em 12 de junho de 2006, pude ouvir de sua boca que teria a honra de estagiar ao seu lado no setor de RH na GSM.
Sendo assim, Adriana foi a pessoa que me ensinou, na prática e na teoria, como se portar dentro de uma grande empresa, onde “pisar”, como agir. Com ela aprendi lições de humildade, organização, disciplina, liderança, persistência, garra, enfim, a lista é imensa. Foi ela quem me ensinou como preparar e analisar um bom currículo, como entrevistar um candidato em uma seleção, como planejar e executar um evento com qualidade. Mais do que um aprendiz, ela me tratou como um irmão mais novo, dando-me asas para crescer. Era como se ela estivesse de partida e, assim, preparando-me para um dia estar no seu lugar. Mas o que eu não esperava era que Adriana partisse tão cedo. Foram apenas pouco mais de quatro meses de aprendizado enriquecedor, e ela deslanchou para uma outra empresa.
Apesar da distância, Adriana continuou a fazer parte do meu ciclo de "celebridades", e até hoje, sempre que pode, ministra palestras na Universidade quando algum professor pede que eu a convide.
A Adriana Farias meu muito obrigado por ter enxergado em mim as qualidades necessárias para atuar ao seu lado, desempenhando tarefas tão importantes, e por ter em mim confiado. Mais sucesso ainda!

Danielle Lima, a enfermeira-líder.


Encantadora! Danielle foi o presente que Deus colocou na minha vida na hora certa e no lugar errado. Quando resolvi prestar concurso público, no ano de 2006, para Agente Comunitário de Saúde da Cidade de João Pessoa, passei em primeiro lugar e fui convocado a trabalhar na Unidade de Saúde na qual Danielle era enfermeira-chefe. Na verdade nem gosto de chamá-la de chefe. Ela é muito mais que isso, ela é uma Líder, uma grande líder. Por mais que ela não admita ou reconheça, ela o é naturalmente, sem querer mandar, impor, gritar ou mostrar pras pessoas que ela é a autoridade máxima ali.
E é isso que admiro. Ela tem o poder, mas não o usa. Pelo contrário, age com autoridade e conquista o carisma de todos com humildade, respeito, amizade, paciência, dedicação, empatia. Ela serve ao invés de ser servida, pede ao invés de mandar, sussurra enquanto muitos gritam, divide ao invés de tomar tudo para si. Enfim, ela é uma verdadeira líder! Dar asas para que seus subordinados voem, ajuda-os a crescer, compartilha o que sabe com todos, age com eqüidade. Sendo assim, não é difícil que conquiste centenas de admiradores por onde passe.
A Danielle meu muito obrigado pela compreensão nos momentos difíceis, pelo exemplo de vida e pela força. A ela, depois de tantas sementes boas plantadas, eu só poderia desejar uma excelente colheita!